sonho

Sonhos sem fronteira

 

Dreamer – Jennifer Balkan
 
Acabara de passar pela Torre Eiffel, antes de chegar a sua cozinha, e começar a fazer a limonada com limões da China. Avistava alguns escoceses e suas gaitas de Highland no seu quintal. Riu das araras azuis amazônicas que brincavam no galho de roseiras roxas, que plantou no dia de Ações de Graças – que passou na pirâmide inca do México. Rindo, ela fechou os olhos. A confusão que via, sentia e vivia era todos os seus sonhos que não encontravam limites na sua realidade e invadiam-na, tomando conta dos seus espaços como se realmente ali estivessem. Ela nunca soube definir uma fronteira entre seus sonhos e a sua realidade; vivia ambos de uma só vez. Com o tempo, ela parou de achar isso um problema e aceitou com satisfação toda a sua imaginação tão fértil. Afinal de contas, quem disse que é preciso estar dormindo para sonhar?
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